sexta-feira, 29 de maio de 2015

Hoje sinto-me... Laranja Ofuscante!

Fico feliz quando ajudo alguém. Penso que todos ficamos, e é por isso que as iniciativas de solidariedade são tão respeitadas pelo mundo fora.
Ajudar ajuda-nos! Sentimo-nos humanos, melhores pessoas, mais próximos de Deus.
Por vezes a nossa ajuda pode ser tão subtil que quase não se note... Mas os efeitos podem mesmo notar-se e produzir resultados a médio ou a longo prazo. E isso tem repercussões no nosso mundo interior.

De vez em quando viajo em trabalho. É algo bastante comum, que sempre fiz. Quando viajo acompanhada, naturalmente alheio-me um pouco mais do que se passa à minha volta porque me concentro mais a falar com quem me acompanha. Mas, quando viajo só, tendo a olhar para quem se aproxima, passa por mim e se senta ao meu lado. Invariavelmente acabo por meter conversa e conhecer pessoas diferentes, de ocasião, com histórias de vida que me prendem e me cativam.

Foi assim que conheci a Lia. Eu vinha de Gaia, ela entrou no Porto, Ela sentou-se ao meu lado, quando na realidade deveria ter-se sentado no meu lugar: sim, eu estava naquele lugar por engano, tinha trocado o bilhete e achei que aquele seria o meu lugar, mas nem sequer na carruagem tinha acertado... Mas aquele era o lugar que me estava obviamente destinado, claro, apesar de eu ainda não o saber.

Começámos a conversar e eu descobri de imediato uma pessoa encantadora, cheia de potencial, de boas ideias, com uma energia e uma dinâmica surpreendentes para uma pessoa tão jovem.
Lembro-me de ter pensado: "eu quero recrutar esta jovem", mas não tinha nenhuma necessidade imediata onde ela pudesse encaixar!

Quanto mais ela me relatava o que já tinha feito, mais eu queria contratá-la. Foi uma coisa muito estranha, daquelas em que parece que nos sentimos empurrados para que algo aconteça, não sei como descrever, mas foi exatamente isso que senti. De repente tive uma ideia: direcionar o perfil dela para a empresa de uma amiga, onde o enquadramento seria perfeito - a meu ver, claro está.

Fomos conversando, eu continuei a fazer-lhe perguntas exploratórias, não sei até que ponto ela terá percebido, mas eu fiz-lhe uma verdadeira entrevista de recrutamento.
Dei-lhe o meu contacto e pedi-lhe que me enviasse o CV o mais depressa possível. o que ela fez dois dias depois, meio a medo, identificando-se envergonhadamente, muito possivelmente com receio de que eu não me lembrasse dela. E como poderia esquecê-la?

Confirmei a receção do CV e rapidamente encaminhei-o para a minha amiga, informando-a de que tinha achado grande potencial naquele perfil. A minha amiga deu-me conta do encaminhamento do CV para a área mais indicada, eu agradeci e informei a Lia, pedindo-lhe que me informasse no caso de ser contactada pela empresa (gosto de ter feedback dos meus feelings!).

Hoje tive o prazer de saber que a Lia foi contratada e está felicíssima. O que me deixou felicíssima por ela! No espaço de pouco mais de um mês, a Lia foi contactada, entrevistada e selecionada.
Todos os meus pressentimentos, a sensação urgente de ter de fazer algo naquele momento, com aquela informação, com aquela pessoa, fizeram hoje todo o sentido do mundo. Não há acasos nem coincidências.

Esta história serve para enquadrar um conjunto de dicas importantes que gostaria de partilhar convosco, sobretudo considerando a situação de crise laboral que hoje vivemos:

  1. Qualquer oportunidade é boa para fazer networking: aproveite-as todas;
  2. Por vezes os desconhecidos podem fazer mais por si do que os seus melhores amigos: amplie os seus horizontes, derrube barreiras, ultrapasse desconfortos;
  3. Sempre que se proporcionar, descreva as suas conquistas e aspirações, as dificuldades sentidas e como as ultrapassou ou está a pensar ultrapassar: o desconhecido ao seu lado pode ser um recrutador em potencial;
  4. Seja natural e sincero: as situações fabricadas são rapidamente percebidas e jogam contra si;
  5. Não deixe de prosseguir com a sua vida normal: a inércia é a melhor receita para o fracasso;
  6. Cultive-se, estude, aprenda, faça formação: a aprendizagem contínua é um investimento com enorme retorno para si e é muito valorizada por quem contrata;
  7. Sonhe, acredite e confie: às vezes o Universo conspira mesmo a seu favor.
"Nada acontece por acaso. Não existe a sorte. Há um significado por detrás de cada pequeno ato. Talvez não possa ser visto com clareza imediatamente, mas sê-lo-á sem que se passe muito tempo... " - Richard Bach

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Hoje sinto-me... Rosa Brilhante!

Ando ao serviço de quem manda na minha vida: os meus filhos! Esta semana, de quarentena por causa da pneumonia do Miguel, percorri as ruas de Lisboa para ir a hospitais, centros de saúde, fazer análises clínicas, raios X, testes (sim, porque afinal estamos a terminar o ano letivo e o Miguel tem testes para fazer!), consultas, ir pôr o Alexandre, ir pôr o Miguel, ir buscar o Miguel (logo a seguir aos testes, que a pneumonia exige descanso - ao filho, não à mãe!), ir buscar o Alexandre, fazer almoço, fazer jantar, mandar tomar banho, preparar lanches, mandar tomar banho (repetir 20 vezes e insistir até sentir que estou a enlouquecer!), mandar fazer as camas, mandar lavar os dentes, mandar deitar, mandar arrumar os pratos na cozinha, mandar preparar as mochilas para o dia seguinte, perguntar se não há trabalhos de casa, mandar estudar, enfim, basicamente isto...

Bom, dizia eu que esta semana está a ser assim, mais ou menos atípica - sendo que a única atipicidade é mesmo só a pneumonia - e eis senão quando o Alexandre me liga a comunicar que teve a sua primeira negativa! E viva a atipicidade das coisas! 

Como se não bastasse, anunciou que também está a ficar doente - por osmose, que é como quem diz para ficar igual ao irmão. Sim, o Alexandre anda todo roído de o irmão estar em casa a descansar enquanto ele tem de ir para a escola... Ainda por cima para receber más notícias, como a dita cuja negativa.

Passei-me! Agi como uma louca desvairada e perguntei que nota tinha tido. Sim, porque é diferente ter uma negativa de 9 e uma de 1...

- Não sei - foi a resposta, lacónica, diga-se de passagem. Não sei se sabem como é, mas os filhos adolescentes, rapazes ainda por cima, falam por monossílabos e dizem apenas o estritamente necessário.
- Ó Alexandre, não sabes como? Foi negativa de quanto? 
- Não sei.
- Mas foi baixa, foi alta, quanto foi? - Eu gritava a plenos pulmões, uma negativa é mau, é muito mau... 
- Não sei. - Nada mais, nada menos, tudo o resto é acessório, não vale a pena dizer mais nada, e eu ali, a roer-me toda de impotência, e ele tranquilo, como se fosse apenas normal, uma "nega" no calão dos jovens... Uma mancha no meu orgulho de mãe, uma punhalada no quadro de honra da escola, uma onda de pensamentos relacionados com delinquência juvenil, sonhos destruídos, ruínas de projetos de vida... E sentimentos aos molhos, entrelaçados de dor, de dúvida, de derrota... É afinal para isto que uma mãe educa um filho?

- Vais continuar a gritar? - perguntou o meu filho, tranquilamente, querendo saber se deveria ficar a ouvir-me a histeria mal disfarçada ou se poderia ir à vidinha dele lá na escola.
- Não, filho. Até logo - foi a minha resposta, descendo à terra, lá dos sonhos por onde andava.

Quando o fui buscar, abraçámo-nos com força. Ele confessou que me tinha ligado todo a tremer, com medo da minha reação. O teste tinha corrido mal. Ele sabia que a nota não iria ser boa. Foi a primeira negativa em 7 anos de estudo. A experiência não foi boa, não é algo que se queira repetir. Ninguém gostará de macular um bom desempenho com um mau resultado. Mas acontece. Aconteceu. Assim como a pneumonia. Porque há coisas que acontecem. Coisas atípicas, para as quais não estamos preparados. E temos de aprender com elas, extrair as nossas lições e prosseguir. Porque o caminho, esse é sempre para a frente. Doa a quem doer. 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Hoje sinto-me... Azul (e Branco)!

Errei nas equipas, acertei nos números! Que fazer, sou boa com números! 

E agora é torcer pela Argentina! Mas não tenho fé nenhuma. A equipa argentina contra a muralha alemã, nã. Não me parece. Não há hipótese! Mas há milagres, certo?

Vamos ter um jogo feio, muito à defesa... Possivelmente também sem golos, possivelmente parecido com o da Argentina-Holanda! Horror!

Como disseram os meus filhos, "pelo menos o jogo Brasil-Alemanha foi divertido". Pudera! E que mais poderíamos nós desejar do que um jogo divertido? Não ganhamos o que ganham aqueles jogadores, não jogamos o que jogam aqueles jogadores, a única coisa que podemos fazer é apreciar a qualidade do espetáculo. Ah, devo dizer que a parte divertida do jogo Holanda-Argentina foi observar as expressões do treinador Argentino (Alejandro - o que encantou o meu filho Alexandre), sobretudo quando proferia... Enfim! Impropérios! 

Ganhou a Argentina e muito bem! Aliás, devia ter ganho muito antes, dado que marcou um golo injustamente anulado! Sabem, por vezes faz-se justiça e acabam por ganhar as equipas que merecem mesmo... Foi decididamente o caso!

Resumindo, no jogo Brasil-Holanda vai, obviamente, ganhar a Holanda. Sem me querer esticar muito, vou arriscar um tímido 2-1 (2 para a Holanda). E na finalíssima Argentina-Alemanha, vitória para a Alemanha... Aqui vou prever um 4-3... Vai ser um jogo muito feio, com pancadaria, muitas faltas, muitas asneiras (ay ay, señor Alejandro!!!), muito renhido e... Com muitas lágrimas!!! Força Argentina! Pelo menos dá-lhes luta!!!!



quarta-feira, 9 de julho de 2014

Hoje sinto-me... Laranja Mecânica!

E hoje é o dia seguinte... The day after! Após o desastre que foi o jogo de ontem, com uma Alemanha a derrubar os tordos que lhe apareciam pela frente. 

Já me tinham dito que o Brasil não estava no seu melhor. Mas uma coisa é dizerem-me, outra coisa é observar a equipa brasileira com os meus próprios olhos... Não há palavras.

Não sou rapariga dada a futebóis, mas confesso que às vezes me dá prazer ver um grande jogo! Qual a minha definição de grande jogo? Bom, um que envolva a seleção portuguesa (embora me tenham bastado 5 minutos para perceber, no jogo com a Alemanha, que Portugal não iria a lado nenhum neste mundial!!!) ou uma qualquer seleção que se apresente forte ou pela qual nutra alguma simpatia... É só isso! Como veem, nenhum dos critérios é grande coisa, mas são os meus critérios, ok? Portanto nada de críticas!

Bom, ontem era um dia especial! Jogava o Brasil, onde se fala a mesma língua, e a quem chamamos com ternura 'o país irmão'. E também jogava a Alemanha, o país que nos derrotou por 4 bolas sem resposta, o país por quem meio mundo não sente nenhum tipo de simpatia (bom, como se não tivesse bastado o holocausto, agora ainda temos de gramar com a Merkel e todas as suas ideiazinhas maquiavélicas), mas, e por estranho que pareça, é um país por quem eu até tenho alguma simpatia... Por razões ainda mais estranhas, claro, mas eu até tenho alemão no nome, não é? Logo aí há alguma afinidadezinha... 

Bom, retomando o tema redondo, do Brasil eu esperava um futebol bonito! Prosaica como sou, do Brasil espero técnica, bonitos passes, algumas bicicletas, muito brio e boa disposição... Alguns golos também, admito!

Da Alemanha esperava exatamente o que se viu: organização, força e concretização. Nada de novo, certo? Costumo dizer, por brincadeira, que os alemães sabem onde está a baliza e sabem onde está a bola: tudo o mais é acessório!

E foi este o resultado! A Alemanha nunca fará um jogo bonito! Para quê? A equipa funciona assim, porquê apostar na estética da coisa? Pois! O problema é que eu esperava que o Brasil nunca fizesse um jogo feio! Tcharan! Foi ontem! Nem estética, nem organização, nem força, nem concretização! Bolas! Nada!

A minha grande esperança de beleza concentra-se agora no encontro Argentina-Holanda! Os argentinos têm contra si o facto de serem latinos, significando isto que permitem que as emoções ultrapassem a racionalidade e frieza necessárias para a vitória. Sempre disse que esse é o (nosso) principal problema em confrontos com países como Alemanha e Holanda.

A Holanda tem, ao contrário da Alemanha, muita técnica de jogo! Por isso também faz um jogo bonito. À técnica alia ainda, a par da Alemanha, a organização, a força e a concretização. A meu ver, a Holanda posiciona-se um pouco melhor do que a Argentina. E tão-somente porque os argentinos, caso não consigam marcar primeiro, serão vítimas das suas próprias emoções! Tal como a Costa Rica, tal como Portugal, tal como Espanha, Brasil e demais países latinos.

Portanto, pergunto-me: porque raio ainda ninguém percebeu que os jogadores de futebol precisam, com muita urgência, de melhorar a sua inteligência emocional? Porque tudo o mais já lá está! 

O meu vaticínio para logo: 4-2, com vitória para a Holanda! E depois não me venham chamar bruxa!!!



terça-feira, 8 de julho de 2014

Hoje sinto-me... Azul Ganga!

Fará sentido ir de férias quando não se está a trabalhar? A pergunta tem-me assaltado com muita frequência nos últimos dias, sobretudo quando vejo pessoas a ir ou a regressar de férias, a fazer planos sobre as mesmas ou a recordá-las.

Então uma campainha desperta-me os sentidos, sempre com um pouco de dor (nota-se que estou a minimizar a dor?) e pergunto-me: "Férias? Que férias?".

E, logo a seguir, mergulho dentro de mim, torturando-me: "Eu mereço férias? Poderei ir de férias alguma vez mais?"
E a auto-flagelação prossegue, mais ou menos acutilante: "Férias para onde? Férias com quem? Férias com que dinheiro? Etc."

É verdade que sou muito dura comigo mesma, mas eu mereço férias, sim. Férias no sentido de cortar com as rotinas estabelecidas, férias para me isolar ou distanciar dos problemas que me assolam, férias para me restituir a paz interior que eu tanto desejo... God, I do need a break. Isso é ir de férias!

Pode ser apenas uma viagem para dentro de mim, pode ser até Bali ou Havai (não, não pode, ok, mas ao menos posso sonhar, certo?), mas preciso em absoluto, eu e todos os seres, de me abstrair desta realidade doentia que me tira o sono, a esperança e a sanidade mental.

Vou de férias, sim, porquê?


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Hoje sinto-me... Esverdeada!

Ah, mais um lindo dia de Verão invernoso... Pergunto-me quando chegará o Verão a sério, que este é só uma brincadeirinha de mau gosto...
Mas para trabalhar é bom! É o que todos dizem. E as pobres pessoas que estão de férias e que querem usufruir de um pouco de sol e de praia, e só têm vento e chuva? E as (ainda mais pobres!) que estão sem trabalho e que tanto queriam olhar para o sol para verem a luz (por oposição aos túneis)?

Realmente, já nem o tempo ajuda... A seleção foi a desilusão que se viu neste mundial, a nossa qualidade de vida vai-se escoando por entre os dedos, as praias da Costa estão sem areia e já nem o sol quer nada connosco...
Será esta a deixa para emigrarmos todos? Talvez não. Talvez ainda haja esperança de que o Verão regresse para nos dar um pouco de ânimo....

Quanto a mim, que não sou rapariga muito dada a praias nem a sol (excessivo, diga-se!), lá vou escrevinhando umas coisas enquanto penso no que fazer a seguir... 

Isto vai por empreitadas, uma vez uma coisa, outra vez outra coisa, a casa pelo meio (ai a casa, que seca!), alguns contactos, a ver partir as minhas amigas todas, raparigas da minha idade que vão sendo forçadas a abandonar o país para começar tudo de novo lá longe, tão longe que até dói... Serei eu a próxima? Essa é a pergunta que me coloco, sem dramas, sem grandes angústias, mas com alguma dor e muita saudade...

Mágoas, revoltas e frustrações não nos resolvem nada na vida! É deitá-las para trás das costas, levantar a cabeça, respirar fundo e ter paciência até que o equilíbrio venha a ser restaurado. Porque haverá sempre equilíbrio, é uma lei da natureza, tudo tende para o equilíbrio... O desequilíbrio é apenas uma forma de nos mostrar que não estamos no bom caminho, até atinarmos com o percurso certo. 

E como saberemos qual é o percurso certo? Pois, esta é a pergunta do milhão... Suponho que será a sensação de missão cumprida, de realização, de felicidade e bem estar connosco e com tudo aquilo que fazemos, no trabalho, na vida, na família... Mas terá de ser um esforço diário, com muito trabalho para podermos deitar a cabeça na almofada e declarar, exaustas mas felizes: 'hoje foi um dia bom...'


terça-feira, 1 de julho de 2014

Hoje sinto-me... Azul Céu!

Hoje apetece-me falar sobre a palavra 'preocupação' e afins... Isto porque me ocorreu que, muitas vezes, alguém me diz amavelmente 'não se preocupe' e... Plim!!!! Todas as campainhas começam a soar na minha cabeça.

A minha ilação é simplesmente a seguinte: se esta pessoa me está a dizer para eu não me preocupar - quando eu nem pensava sequer em preocupar-me - quer dizer que HÁ motivos de preocupação. Logo, preocupo-me. É um processo simples e imediato.

O cérebro é um órgão inteligente - e ele atribui carga às palavras. Sim, atribui, não me venham com histórias de que as palavras são isentas de carga negativa ou positiva - isso é que é uma grande treta! As palavras têm carga, sim senhor, a começar pelo próprio significado - isso já é uma carga, certo? Quero dizer, a palavra feia quer dizer isso mesmo: feia. E por muito que o nosso cérebro se esforce a transformá-la em bonita, não consegue - aliás, a esse esforço de tentar 'converter' uma coisa noutra totalmente oposta (morangos a saber a banana, etc.) chama-se dissonância cognitiva: o próprio cérebro sabe que está a ser enganado! E não gosta nada disso!

Ora, eu, que tenho cérebro, também não gosto! Portanto, 'não se preocupe' equivale a 'hum, preocupa-te à brava que isto vai ser a doer de tanta preocupação' - estão a perceber a ideia?

Bem dito, bem feito: a coisa deu para o torto! Claro!

Eu não disse? Mas... 'Não se preocupem' que eu vou resolver...